gripe em idosos

Por que a gripe costuma ser pior nos idosos?

As formas de contágio de gripes, assim como a taxa de contágio, são as mesmas, independentemente da idade. A gripe é uma infecção viral causada pelo vírus influenza (o qual possui inúmeros subtipos, como o influenza B, o H1N1 e o H5N1), que acomete as vias respiratórias. É uma doença bastante comum e, na maioria dos casos, não deixa sequelas nem oferece riscos à saúde. Porém, a gripe em idosos pode ser pior, já que as infecções respiratórias (causadas por gripes, resfriados e até por quadros alérgicos recorrentes) podem trazer complicações graves, levando o paciente à internação hospitalar e, em casos mais graves, ao óbito.

Segundo relatório do Ministério da Saúde, em 2019, o Brasil teve 1.109 óbitos decorrentes de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) causada por influenza, ou seja, por complicação de gripe. Do total de óbitos, 54,6% foram de pessoas com mais de 60 anos; 35,9% de pacientes com doenças cardiovasculares; 27,6% de pessoas com diabetes.

POR QUE A GRIPE COSTUMA SER MAIS GRAVE EM IDOSOS?

Com o passar dos anos, o organismo vai perdendo células, e algumas células têm sua função reduzida e isso prejudica diversos processos as células do corpo. Após os 60 anos, há uma queda na produção de interferon, principal proteína
produzida pelos leucócitos para estimular a atividade de defesa celular. Por essa razão, o sistema imunológico é um dos mais afetados pela idade. Pessoas idosas têm a capacidade de defesa reduzida, ficando mais suscetíveis a possíveis complicações da gripe, como a pneumonia. Além da gripe, o declínio funcional do sistema imunológico dos idosos pode facilitar o desenvolvimento de pneumonia bacteriana, além de agravar condições crônicas, como insuficiência cardíaca e renal, diabetes e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Desse modo, a gripe em idosos nunca deve ser vista como uma doença corriqueira. É preciso redobrar os cuidados com hidratação e alimentação, ficar atento aos sintomas e buscar ajuda médica a qualquer sinal de complicação,
como: febre alta e persistente durante dois ou três dias, superior a 38,5ºC; reaparecimento de febre alta após um período de ausência; dificuldade para respirar / falta de ar; alteração do estado de consciência; confusão mental; prostração; expetoração com sangue; náusea ou vômitos.

IDOSOS E CORONAVÍRUS

O funcionamento do coronavírus Sars-CoV-2, responsável pela covid-12, ainda é novidade para a medicina e demais ciências, pois foi descoberto muito recentemente e há poucos dados sobre seu comportamento ao longo do tempo. Porém, estudos iniciais – que tomaram como base dados obtidos após o surto inicial na China – já nos permitem afirmar que, embora a taxa de contágio seja a mesma para todas as faixas etárias, os pacientes idosos são os que mais sofrem com a doença.

A Revista Nature, na edição de março de 2020, publicou uma pesquisa que constatou que pessoas com covid-19 com mais de 59 anos têm cinco vezes mais chances de morrer da doença que pacientes entre 30 e 58 anos. É importante
considerar que a taxa de mortalidade entre os idosos com covid-19, assim como na gripe, também se deve à perda das funções do sistema imunológico, e à presença de comorbidades, comuns da idade.

PREVENÇÃO CONTRA GRIPE

Por serem os mais sensíveis ao vírus da gripe, os idosos são priorizados no programa anual de vacinação contra a gripe. E, devido às mutações e à ação da vacina, é fundamental que uma nova dose seja aplicada a cada ano. Essa é a única maneira de se combater a gripe. Mas vale ressaltar que há inúmeros subtipos de influenza, e as vacinas disponíveis no Brasil são trivalentes (protegem contra três cepas do vírus) ou tetravalentes (protegem contra quatro cepas do vírus).

Por isso, além de se vacinarem anualmente, é preciso que os o idosos mantenham uma alimentação saudável, tenham o hábito de ingerir água e de se exercitarem regularmente, pois essas medidas ajudam a fortalecer o sistema
imunológico. É recomendado, ainda, que se evite lugares fechados e/ou com muita gente (principalmente enquanto durar a pandemia causada pelo coronavírus).

 

Você escuta, mas não entende direito o que foi dito? Pode ser Distúrbio do Processamento Auditivo Central

Em consultórios de otorrinolaringologia, é comum a queixa de pacientes que conseguem escutar, porém não entendem o que escutam ou têm dificuldade para localizar de onde vem o som. Geralmente, essas queixas vêm acompanhadas de dificuldade de concentração, que, muitas vezes, está relacionada ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e isso pode dificultar o diagnóstico do Distúrbio do Processamento Auditivo Central (DPAC).

Embora traga a palavra “auditivo” no nome, o Distúrbio do Processamento Auditivo Central (DPAC) é uma alteração neurológica, que prejudica a capacidade de conectar informações ouvidas. Como o nome indica, trata-se de uma falha no processamento do que é escutado. No entanto, o médico torrinolaringologista tem importante papel tanto no diagnóstico do distúrbio quanto como parte da equipe multidisciplinar para o tratamento do problema.

QUAIS AS CAUSAS DO DISTÚRBIO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL?

Não existe uma causa única, e há algumas divergências sobre o assunto, mas o DPAC está relacionado a alterações neurológicas nas regiões do cérebro ou do sistema nervoso central que controlam o processamento auditivo. E entre as possíveis causas, as mais comuns são: problemas genéticos, lesões cerebrais (causadas por traumatismo craniano), perdas auditivas não tratadas corretamente, envelhecimento celular devido à idade. Nascimentos prematuros, anóxia (ausência de oxigênio, principalmente no cérebro), abuso de álcool ou drogas pela mãe durante a gestação e otites por repetição durante a infância também são algumas causas possíveis.

QUAIS OS PRINCIPAIS SINTOMAS DO DISTÚRBIO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL?

Para pessoas com DPAC, algumas tarefas simples podem se tornar muito difíceis e até impossíveis de serem realizadas. Alguns sinais devem ser observados, pois são sintomas comuns do DPAC:

•Dificuldade de aprendizagem;
•Dificuldade de memorização e desatenção;
•Cansaço rápido e agitação ao assistir aulas;
•Dificuldade para ouvir e prestar atenção em lugares barulhentos;
•Necessidade constante de pedir para repetir;
•Dificuldade para realizar uma sequência de tarefas solicitadas;
•Parecer não ouvir/entender bem;
•Dificuldade em conversar com mais de uma pessoa ao mesmo tempo;
•Demora para escutar e/ou compreender o que foi dito;
•Dificuldade para localizar de onde o som está vindo;
•Dificuldade para entender conceitos abstratos.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO DO DPAC?

Para que o diagnóstico seja consistente, é preciso uma ação conjunta entre médicos (pediatras, otorrinos e  neurologistas, por exemplo) e outros profissionais, como fonoaudiólogos, professores e psicopedagogos. Ao otorrinolaringologista cabe avaliar o histórico do paciente, examiná-lo e solicitar os exames de auditivos e de processamento auditivo, que podem confirmar o diagnóstico e descartar outros problemas.

O fonoaudiólogo deve avaliar a relação entre audição e fala, audição e escrita, ritmo da fala etc. Já o professor é, geralmente, o primeiro a apontar os problemas relacionados ao DPAC. Isso ocorre ao perceber a dificuldade da criança em memorizar palavras e comandos, trocar palavras durante a escrita ou uma dificuldade maior que a de outras crianças com o aprendizado de um idioma ou de uma música, por exemplo.

Embora estejamos falando de crianças, é importante salientar que os sintomas do Distúrbio do Processamento Auditivo Central podem ser detectados em todas as idades.

QUAL O TRATAMENTO INDICADO PARA O DISTÚRBIO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL?

Após o diagnóstico, é preciso formar uma equipe multidisciplinar, composta, normalmente, por neurologistas, psiquiatras, otorrinolaringologistas, audiologistas, fonoaudiólogos, psicólogos, pedagogos e profissionais da educação. A abordagem deve ser individualizada, de maneira a corrigir as dificuldades do paciente. O primeiro passo é iniciar o treinamento auditivo, para que, então, seja possível desenvolver as habilidades acadêmicas e sociais do indivíduo.

Mitos e verdades sobre a gripe

Uma das doenças típicas do inverno, a gripe acomete pessoas de todas as idades e causa dores, desconfortos e, embora seja bastante comum, requer alguns cuidados para que não haja complicações, principalmente entre idosos. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2019, 2122 pessoas morreram vítimas de algum tipo de influenza (vírus causador da gripe).

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, a gripe tipo C é o mais comum no Brasil, mas por causar danos leves e não ter relação com surtos, não causa impacto na saúde pública. Já H1N1 é um subtipo da variação A, que causa danos mais graves e tem potencial epidêmico, pois é capaz de infeccionar grande parcela da população de um lugar, como aconteceu em diversos países em 2009 e 2010.

Mas, antes de falar dos mitos e verdades sobre a gripe, é importante explicar, primeiramente, o que é gripe e o que é resfriado.

Qual a diferença entre gripe e resfriado?

Ambas são infecções virais que acometem as vias respiratórias e apresentam sintomas semelhantes, o que difere as duas doenças é a duração e a intensidade dos sintomas, e o fato de que a gripe pode desencadear problemas sérios de saúde.

A gripe é causada pelo vírus influenza (o qual possui inúmeros subtipos, como o influenza B, o H1N1 e o H5N1), já os resfriados têm com causa vírus denominados rinovírus ou coronavírus (que não deve ser confundido com o Covid-19 / SarsCov-2, responsável pela pandemia que estamos atravessando).

Em bebês, idosos e pessoas com baixa imunidade, a gripe pode apresentar complicações pulmonares e até cardíacas. Já pessoas com asma, sinusite crônica e outros problemas respiratórios podem ter a condição agravada tanto em decorrência de gripes quanto de resfriados. Os sintomas mais comuns – tanto nas gripes quanto nos resfriados – são: tosse, congestão nasal, coriza, dor de cabeça e dor de garganta. A gripe pode provocar, ainda dores no corpo.

MITOS E VERDADES SOBRE A GRIPE

 

Aumentar a ingestão de vitamina C ajuda a prevenir a gripe

MITO. Não há estudos que comprovem essa teoria. No entanto, é sabido que uma alimentação rica em vitaminas e minerais (aliada a outros hábitos de vida saudáveis) ajuda o sistema imunológico. Assim, o organismo fica mais resistente à infecções. Por isso, inclua, sim, vegetais ricos em vitamina C, como frutas cítricas, morangos e brócolis no cardápio.

Remédios para gripe ajudam a aliviar os sintomas, mas não são capazes de eliminar o vírus

VERDADE. Os vírus que provocam gripe são altamente mutáveis, por isso é quase impossível desenvolver um medicamento capaz de combater o vírus antes que o próprio sistema imunológico responda contra o agente invasor. Porém, há inúmeros remédios que ajudam a aliviar os sintomas da gripes, esses, sim, costumam ter bons resultados.

A vacina contra o influenza causa gripe

MITO. Atualmente, há dois tipos de vacinas disponíveis no Brasil e ambas utilizam vírus atenuado ou inativo, ou seja, incapazes de causar infecção. Entretanto, a vacina costuma demorar cerca de duas semanas para fazer efeito em nesse intervalo, é possível que a pessoa que foi vacinada contraia gripe.

Quem se vacina contra influenza está imunizado para sempre

MITO. Além da alta mutabilidade do vírus da gripe, os anticorpos adquiridos com a vacina enfraquecem e diminuem ao longo do tempo. Por isso, é necessário tomar uma nova dose de vacina a cada ano.

É preciso tomar antibióticos para tratar gripe

MITO. O uso de antibióticos é recomendado somente quando houver infecção bacteriana. É importante ressaltar que nenhum antibiótico deve ser tomado sem recomendação médica!

Beber água ajuda a combater o vírus da gripe

VERDADE. Aumentar a ingestão de água ajuda na eliminação de secreções e melhora a expectoração e a tosse, ajudando a elimina os vírus através do catarro.

Resfriado mal curado pode virar gripe

MITO. Como já vimos, o vírus que causa o resfriado não é o mesmo que causa gripe. Porém, não é raro que ocorra uma infecção pelo influenza após um resfriado, e isso acontece devido à baixa imunidade. Vale reforçar que, mesmo sendo uma doença comum, a gripe merece atenção, principalmente durante a pandemia do covid-19. Caso haja sintomas persistentes (após três dias) e febre, busque orientação médica!

Qual a diferença entre gripe e Covid-19?

A pandemia de coronavírus ainda provoca muitas dúvidas e isso se deve por ser um fato recente, pela grande quantidade de informações sem fundamento circulando pela internet e também por não haver, ainda, estudos conclusivos sobre todas as características do vírus e os problemas causados por ele.
Preparamos este pequeno guia para que você possa tirar dúvidas sobre coronavírus e Covid-19 e saiba buscar ajuda se necessário.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE CORONAVÍRUS E COVID-19 O QUE É CORONAVÍRUS?

Coronavírus é uma grande família de vírus, muitos deles causam doenças em animais e em seres humanos. Nos humanos, são responsáveis por infecções respiratórias, que podem variar de um simples resfriado a doenças graves, como a síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS) e a síndrome respiratória aguda grave (SARS). O coronavírus que tem sido notícia desde o fim do ano passado é o Sars-CoV-2, que causa a Covid-19.

O QUE É COVID-19?

Covid-19 é o nome dado à doença causada pelo novo coronavírus, o Sars-CoV-2. Trata-se de uma doença infecciosa, que atinge principalmente o sistema respiratório e é altamente contagiosa. O primeiro caso registrado de covid-19 se deu em Wuhan, China, em dezembro de 2019.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SINTOMAS DE COVID-19?

Os sintomas mais comuns são: febre, cansaço e tosse seca. Porém, alguns pacientes relatam dores pelo corpo, congestão nasal, dor de garganta , dor abdominal e diarreia. Em geral, os sintomas surgem gradualmente, em até 14 dias após a contaminação. No entanto, há muitos casos assintomáticos (pessoas contaminadas que não apresentam sintomas). A maioria das pessoas contaminadas pelo coronavírus se recupera da doença sem precisar de tratamento especial, mas idosos e pessoas com comorbidades com pressão alta, problemas cardíacos ou diabetes, têm alta probabilidade de desenvolver a forma mais grave da covid-19.

QUAIS AS SEMELHANÇAS E AS DIFERENÇAS ENTRE GRIPE E COVID-19?

A gripe é provocada por vírus do gênero Influenza. O Influenza é dividido em subtipos, por exemplo, o H1N1 é do tipo A, e o Yamagata, do tipo B. Já a covid-19 é causada por um tipo de coronavírus. Tanto a gripe quanto a covid-19 são transmitidas por saliva ou muco infectados, principalmente por tosse e espirro ou pelo contato da mão contaminada com olhos, boca ou nariz. O período de incubação da gripe é de cerca de cinco dias, enquanto o da Covid-19 pode chegar a 14 dias.

Outra grande diferença entre os vírus é a taxa básica de reprodução / contágio: o coronavírus é mais contagioso e alguns estudos indicam que exige, no mínimo, 65 vezes mais hospitalizações.

É POSSÍVEL CONTRAIR A COVID-19 EM CONTATO COM UMA PESSOA QUE NÃO APRESENTA NENHUM SINTOMA?

Sim. Embora o risco seja mais baixo, ele não deve ser descartado. Como não sabemos quem está infectado, o distanciamento e o isolamento social são indicados.

QUEM CORRE MAIOR RISCO DE DESENVOLVER DOENÇA GRAVE POR CAUSA DE CONTAMINAÇÃO PELO CORONAVÍRUS?

Por ser um problema muito recente, médicos e pesquisadores da área da saúde ainda estão aprendendo sobre o coronavírus, mas já se sabe que o número de óbitos é maior entre pessoas acima de 60 anos e/ou com condições médicas pré-existentes (pressão alta, cardiopatias ou diabetes). No entanto, todos devem ter cuidado!

JÁ EXISTE UMA VACINA, MEDICAMENTO OU TRATAMENTO PARA A COVID-19?

Ainda não há vacina nem medicamento antiviral para prevenir ou tratar a Covid-2019. Vários estudos estão sendo desenvolvidos com resultados promissores e esperam-se para breve notícias positivas tanto para vacinas quanto para
medicamentos que possam ser utilizados no controle desta doença. Mas as pessoas doentes podem receber tratamentos médicos para alívio dos sintomas. Os casos mais graves são tratados em ambiente hospitalar.

DEVO USAR UMA MÁSCARA PARA ME PROTEGER DO COVID-19?

Em abril, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um guia recomendando a utilização de máscaras por pessoas com ou sem sintomas de covid-19. A organização determinou que todas as pessoas que precisem sair de casa, seja em lugares abertos ou, principalmente, fechados, utilizem máscara de proteção cobrindo totalmente a boca e nariz e bem alinhada ao rosto, sem deixar espaço entre o tecido e a pele.

FUMANTES CORREM MAIOR RISCO DE INFECÇÃO PELO CORONAVÍRUS?

Sim. O tabagismo causa danos aos pulmões, aumentando o risco de desenvolvimento da forma mais grave da Covid-19.

COMO SE PROTEGER E EVITAR A PROPAGAÇÃO DO CORONAVÍRUS?

– Lavar bem as mãos e com frequência, usando água e sabão;
– Higienizar as mãos com álcool em gel ou álcool 70% quando não puder lavá-las;
– Manter distância mínima (um metro e meio) de outras pessoas, mesmo quando estiver de máscara;
– Evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca;
– Não compartilhar utensílios;
– Sair de casa somente quando for necessário;
– Buscar orientações nos órgãos de saúde;
– Não compartilhar notícias sem embasamento científico ou fake news.

Em casos de suspeita de covid-19, moradores de Florianópolis devem buscar orientações no Alô Saúde Floripa, serviço disponibilizado pela secretaria de saúde do município, disponível 24 horas, todos os dias, pelo telefone 0800-333-3233, pelo aplicativo ou por chat no site.

Ronco e apneia do sono têm tratamento! Consulte os especialistas do Centro Otorrinolaringológico de Florianópolis e ganhe qualidade de vida

De acordo com um estudo realizado no Laboratório do Sono da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), 76% dos brasileiros têm ao menos uma queixa com relação à qualidade do sono. Entre os problemas mais comuns estão o ronco e a apneia obstrutiva do sono. Embora o senso comum associe o ronco a um sono pesado (e bom), ele é um dos sintomas da apneia do sono.

Segundo a Associação Brasileira do Sono, quatro em cada dez pessoas acima dos 40 anos ronca regularmente. Já entre as pessoas com mais de 60 anos, o número é de seis em cada dez. pessoas roncam. Após os 60 anos, esse número aumenta para seis em cada dez pessoas. Entre 70% e 90% das pessoas que sofrem com apneia obstrutiva do sono, o ronco é um dos sintomas mais presentes.

AFINAL, O QUE É O RONCO?

O ronco é provocado pela vibração das vias aéreas superiores (palato e garganta). O barulho (que pode ser de diversos tipos) acontece em razão da dificuldade da passagem de ar nas vias aéreas durante o sono. Isso afeta a qualidade da respiração, podendo causar apneia obstrutiva e, por consequência, do sono.

E O QUE É APNEIA DO SONO?

Apneia obstrutiva do sono é quando há interrupção da respiração por conta do bloqueio das vias aéreas superiores. A obstrução pode ocorrer por diversos motivos, como falta / fadiga de tônus muscular da região da faringe e da laringe, excesso de tecido na língua, amigdala aumentada, adenoide, doenças respiratórias pré-existentes (como sinusite e rinite), formato do palato ou, ainda, disfunção da mandíbula.

QUAIS OS PERIGOS DO RONCO E DA APNEIA DO SONO À SAÚDE?

A apneia do sono pode causar inúmeros episódios de despertares noturnos, pois o organismo compensa o bloqueio do oxigênio com descargas de adrenalina. A interrupção do sono prejudica funções cognitivas, como a memória e a capacidade de manter a atenção. Despertar durante o sono, mesmo que rapidamente – muitas vezes, quem sofre de apneia obstrutiva nem percebe que acordou tantas vezes em uma madrugada – atrapalha o rendimento nos estudos e no trabalho, e aumenta o risco de desenvolver transtorno de ansiedade e depressão.

Quando os episódios de apneia são mais intensos (alguns podem ultrapassar dez segundos), pode haver a redução do fluxo de oxigênio para o coração e para o cérebro, aumentando a pressão arterial e pulmonar. Isso eleva as chances de desenvolver processos inflamatórios e aumenta o risco de infarto e de acidente vascular cerebral (AVC).

COMO TRATAR O RONCO E A APNEIA DO SONO?

Atualmente, há diversos tratamentos capazes de reduzir o roncos e a apneia do sono, que variam de acordo com a causa do problema. A apneia é classificada em leve (entre 5 e 15 interrupções por noite), moderada (de 15 a 30 interrupções) ou severo (acima de 30 interrupções por noite), e orientar a escolha do tratamento mais adequado é fundamental.

O acompanhamento médico e a realização de exames, para que o especialista possa determinar qual o tratamento adequado é a atitude mais correta.

Métodos comportamentais

Alguns tratamentos têm como foco a mudança de hábitos que causam flacidez na musculatura na região da laringe, como a ingestão de bebidas alcoólicas e o tabagismo. O sobrepeso e a obesidade também são causas comuns do ronco e da apneia do sono, assim, a diminuição da ingestão calórica e a prática de exercícios físicos ajudam a reduzir e até acabar com o problema.

Tratamento de doenças pré-existentes

Quando a causa do ronco e da apneia for uma doença pré-existente, como rinite, adenoide, sinusite e hipotireoidismo, é preciso tratá-las. Em alguns casos, uma cirurgia pode ser necessária para resolver ou minimizar o problema.

Dispositivos orais

Aparelhos dentários e outros dispositivos, como o CPAP – uma espécie de máscara nasal que funciona como um respirador, enviando o ar sob pressão para o nariz do paciente podem ser necessários.

Comunicado Importante nº3 – Covid-19

Prezados médicos, colaboradores e clientes,

Considerando o DECRETO N. 21.444, DE 12 DE ABRIL DE 2020 – QUE PRORROGA AS MEDIDAS DE ENFRENTAMENTO À COVID-19, ALTERA O DECRETO N. 21.340, DE 2020, SUSPENDE OS EFEITOS DO DECRETO N. 12.374, DE 2013,

O Centro Otorrinolaringológico Florianópolis – COF, CNPJ n° 05.164.542/0001-13, no uso de suas atribuições e por meio de sua diretoria, COMUNICA que:

1 – Os atendimentos do COF permanecerão suspensos por período indeterminado, ressaltando que a equipe administrativa, jurídica e de médicos especialistas, estão analisando diariamente as decisões dos Poderes Públicos Estaduais, Municipais e Federais, a fim de retomar as atividades com segurança;

2 – As nossas telefonistas, juntamente com as recepcionistas, farão os contatos necessários com pacientes e reagendando para datas posteriores;

3 – Colocamos à disposição de nossos clientes um canal de atendimento pelo e-mail cof@otorrinofloripa.com.br, para dúvidas, solicitações de reagendamento e retorno, após a retomada das atividades;

4 – Reafirmamos nosso compromisso com pacientes e população em geral, cumprindo com as determinações das autoridades locais, podendo ocorrer a retomada das atividades a qualquer momento, oportunidade em que todos serão avisados por meio das redes sociais e ferramentas disponíveis.

Florianópolis, 15 de Abril de 2020.

Nariz entupido? Saiba quando a cirurgia é indicada para tratar a congestão nasal

A sensação de nariz entupido é tão comum quanto incômoda. Você, provavelmente, sofre com nariz entupido pelo menos por alguns dias ao ano, e isso acontece porque a congestão nasal é causada por inúmeros fatores, como poeira e mudança de temperatura, e, tende a durar algumas horas, sem grandes complicações. No entanto, há quem conviva com a congestão nasal diariamente ou por longos períodos, e isso causa transtornos de sono, desconforto e prejuízos nas atividades diárias, afetando na qualidade de vida.

Quando o nariz entupido passa a ser um problema frequente, é preciso investigar as causas, a fim de minimizar os efeitos, que podem ser irreversíveis. Por exemplo, crianças com congestão nasal crônica acabam desenvolvendo respiração bucal, que afeta o desenvolvimento da arcada dentária e dos ossos da face.

Quando a congestão nasal durar mais de duas semanas ou vier acompanhada de outros sintomas, como apneia do sono, dor de cabeça constante, dor de garganta, dificuldade para engolir e febre, é necessário buscar atendimento de um médico otorrinolaringologista.

PRINCIPAIS CAUSAS DA CONGESTÃO NASAL

A congestão nasal é causada, principalmente, por processos infecciosos, sejam eles virais ou bacterianos, que geralmente ocorrem em decorrência de resfriado, gripe ou sinusite; ou pela presença de agente irritante, como poeira, mofo ou fumaça. Nesses casos, a condição é passageira, e a respiração volta ao normal após alguns dias.
Os casos persistentes de congestão nasal podem estar relacionados a alergias, rinite alérgica, desvio de septo, pólipos ou tumores. Em crianças, as causas mais comuns de obstrução nasal são: Rinite alérgica e adenóides.

Outras causas:

– Sinusite;
– Síndrome de Churg-Strauss;
– Enxaqueca;
– Clima frio e seco;
– Uso excessivo de descongestionante nasal;
– Desvio de septo;
– Toxicodependência;
– Hipertrofia de adenoides;
– Corpo estranho no nariz;
– Alterações hormonais;
– Uso de alguns medicamentos;
– Alergias;
– Intolerância à lactose;
– Pólipos nasais;
– Rinite não alérgica;
– Asma;
– Estresse;
– Distúrbios da tireoide;
– Granulomatose de Wegener.

QUAIS OS TRATAMENTOS INDICADOS PARA COMBATER A CONGESTÃO NASAL

A congestão nasal não é propriamente uma doença, e, sim, um sintoma. Desse modo, é importante descobrir a causa do problema para tratá-la corretamente. Há inúmeros medicamentos disponíveis para tratar inflamações na mucosa nasal, como anti-histamínicos (antialérgicos), anti-inflamatórios e descongestionantes (em comprimido ou spray de uso local), porém, o uso desses medicamentos deve ser feito conforme orientação médica, para não mascarar outros sintomas nem piorar o problema. Os sprays descongestionantes devem ser utilizados com cautela e nunca sem o conhecimento do seu médico, pois podem causar dependência e agravar o entupimento nasal e a falta de ar. Em alguns casos, o uso indiscriminado de descongestionante nasal pode causar hipertensão, arritmia cardíaca e danos aos pulmões.

EM QUAIS CASOS A CIRURGIA É INDICADA?

O médico otorrinolaringologista deve avaliar cada caso e considerar a cirurgia quando a obstrução nasal for persistente. O exame clínico Otorrinolaringológico e os exames de imagem são importantes tanto para a indicação quanto para o planejamento da cirurgia. O procedimento e o pós-operatório é cada vez mais simples, por conta de técnicas videoendoscópicas e de equipamentos cada vez mais modernos como LASER, Radiofrequência e Argônio.

Este conteúdo é meramente informativo e não substitui a consulta médica. Em caso de dor de garganta persistente ou febre, procure um médico otorrinolaringologista.

Como prevenir e tratar doenças típicas do outono e do inverno

A queda das temperaturas – mais acentuadas nas cidades do Sul e do Sudeste brasileiros – traz com ela muitas coisas boas, como o aconchego das cobertas e as deliciosas comidas e bebidas quentes, mas também é responsável pela propagação de doenças de outono e doenças de inverno e que atingem, principalmente, as vias respiratórias. 

Além das temperaturas mais frias, o ar tende a ficar mais seco no outono e no inverno, e, por consequência, mais carregado de partículas de poluição, de pólen e de poeira, que prejudicam o funcionamento do sistema respiratório. Isso, somado ao fato de que permanecemos mais tempo em ambientes fechados (sem a circulação correta do ar) e, muitas vezes, dividimos o espaço com outras pessoas, aumenta as chances de contato com agentes patológicos, do mesmo modo que há maior chance de contágio entre indivíduos.

DOENÇAS TÍPICAS DO OUTONO E DO INVERNO: CAUSAS E PREVENÇÃO

As doenças “oportunistas” do frio são, geralmente, causadas pela combinação de queda de imunidade com maior exposição a agentes poluentes e alérgenos (como fungos e ácaros), e seu surgimento pode ser prevenido com alguns cuidados, como:

  • Evitar exposição a temperaturas muito baixas sem estar corretamente agasalhado;
  • Cuidar com o choque térmico (mudanças bruscas de temperatura), provocado, principalmente, pelo uso de aquecedores;
  • Evitar aglomerações e locais fechados;
  • Abrir as janelas para manter os ambientes arejados;
  • Não ficar em contato com pessoas contaminadas;
  • Lavar as mãos várias vezes durante o dia, principalmente antes das refeições e depois de tossir ou espirrar;
  • Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel descartável e jogá-lo fora após o uso;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal;
  • Higienizar brinquedos das crianças;
  • Não fumar;
  • Evitar a ingestão de bebidas geladas;
  • Manter uma alimentação equilibrada;
  • Manter o organismo bem hidratado.

 

DOENÇAS COMUNS NAS ESTAÇÕES MAIS FRIAS

Resfriado

Os resfriados são bastante comuns, inclusive podendo ocorrer mais algumas vezes durante o inverno – especialmente em pessoas com imunidade baixa. 

Trata-se de uma infecção viral do trato respiratório superior (nariz e garganta). Apresenta sintomas como coriza, dor de garganta, tosse, congestão nasal, dor de cabeça e mal-estar, que tendem a passar em uma semana. 

Gripe

A gripe é causada pelo vírus Influenza, transmitido por secreções das vias respiratórias (ao falar, tossir ou espirrar ou pelo contato com mãos e objetos contaminados). Os sintomas são semelhantes aos de um resfriado, mas com intensidade maior, e os pacientes podem apresentar, ainda, febre alta, dor de cabeça forte, dores nas articulações e musculares. 

A gripe pode ser prevenida por vacina, que é gratuita pelo SUS (Sistema Único de Saúde) para pessoas acima de 60 anos, crianças entre seis meses e cinco anos, indígenas, gestantes, professores da rede pública, funcionários da área da saúde, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional. Mas qualquer pessoa pode se vacinar contra a gripe em clínicas e hospitais particulares ou por alguns convênios.

Fique atento ao calendário de vacinação contra gripe deste ano e previna-se!

Rinite e asma brônquica

São problemas bastante comuns desencadeados por reações alérgicas que tendem a piorar nos dias mais frios. Isso acontece porque o contato com agentes alérgenos aumenta no outono e no inverno. Os sintomas mais comuns da rinite são coriza, espirros e coceira intensa no nariz, nos olhos e na garganta. 

Já a asma brônquica causa inflamação nos brônquios, dificultando a passagem do ar para os pulmões e provocando tosse, falta de ar e cansaço excessivo. 

Sinusite

A sinusite é uma inflamação dos seios paranasais e pode ocorrer por infecção bacteriana ou ser causada por um resfriado, gripe ou crise alérgica mal curada. Essa inflamação causa acúmulo de muco, pois impede a drenagem correta da secreção, provocando congestão ou obstrução nasal, dor intensa, pressão e inchaço ao redor dos olhos, corrimento nasal ou na garganta e fortes dores de cabeça e no rosto.

Quando não tratada corretamente, a sinusite pode se tornar crônica, exigindo maiores cuidados. 

Otite 

É bastante comum em crianças. Trata-se de uma infecção no ouvido causada por uma bactéria ou vírus. Em geral, a otite acontece juntamente ou em decorrência de uma gripe ou resfriado. Além de causar dor de ouvido (que se intensifica ao deitar), a otite pode provocar perda de equilíbrio, febre, presença de secreção e perda parcial da audição. 

É importante ressaltar a necessidade de se realizar o tratamento adequadamente, seguindo recomendações médicas, pois uma otite mal curada pode evoluir causando danos irreversíveis, como perda da audição.

Gripes, resfriados e quadros alérgicos costumam ter duração de sete a dez dias. Ao persistirem os sintomas ou se houver agravamento deles, como febre persistente, é fundamental buscar ajuda médica!

 

Comunicado Importante – Covid-19

Prezados médicos, colaboradores e clientes,

– Considerando os esforços mundiais para conter a propagação da pandemia causada pelo novo Coronavírus;
– Considerando a necessidade de toda população adotar o isolamento social, a fim de manter a segurança e integridade física;
– Considerando o Decreto 515, de 17-03-2020, do Governo do Estado de Santa Catarina decretando estado de emergência;
– Considerando a Nota 01, de 18/03/2020, do CRM-SC, onde há a orientação para que: ”os profissionais médicos devem ter seus serviços suspensos temporariamente”;
– Considerando, ainda, a orientação da ANS publicada em 17/03/2020 em que consultas, exames ou cirurgias que não se enquadrem em casos de urgência e emergência sejam adiadas;
O Centro Otorrinolaringológico Florianópolis – COF, CNPJ n° 05.164.542/0001-13, por meio de
sua diretoria, COMUNICA que:

1 – A clínica estará fechada a partir do dia 19 de março (quinta), até o dia 27 de março de 2020 (sexta), oportunidade em que será reavaliada a situação de risco e desde que respeitadas as determinações governamentais e institucionais;
2 – Todos os atendimentos estarão suspensos, inclusive os PA’s;
3 – As nossas telefonistas, juntamente com as recepcionistas, farão os contatos necessários com pacientes e  reagendando para datas posteriores;
4 – As portas, garagem e portões, ficarão trancados nesse período;
5 – Durante os próximos dias, faremos o monitoramento diuturno das condições externas ao COF e decidiremos os próximos passos.

O COF, preocupado com a segurança de todos, roga que permaneçam em segurança, para sua proteção e de seus familiares.

Prevenção é a melhor maneira de combater a Covid-19

Com a pandemia da Covid-19 em ascensão, os cuidados para minimizar o impacto da doença precisam ser redobrados. A alta disseminação do novo coronavírus tem apresentado dados alarmantes e que já atingem todo o globo, inclusive o Brasil. Por isso, com o aumento de casos, a melhor maneira de se prevenir é estar bem informado e evitar ao máximo a aglomeração de pessoas, contato físico e exposição sem necessidade. Saiba mais:

 

QUAIS OS SINTOMAS DA INFECÇÃO POR CORONAVÍRUS?

As manifestações clínicas costumam aparecer entre dois e 12 dias após a contaminação. Elas envolvem principalmente tosse, febre e falta de ar. Idosos e pessoas com doenças cardiopulmonares podem apresentar pneumonia.

 

COMO OCORRE A TRANSMISSÃO DO Covid-19?

O período de transmissibilidade dura enquanto persistirem os sintomas, e a contaminação entre humanos acontece pelas vias respiratórias, do mesmo modo que gripes e resfriados. O contágio se dá através do  contato próximo com alguém infectado, através de gotículas de saliva, espirro, tosse e até mesmo um aperto de mão.

 

COMO PREVENIR E TRATAR INFECÇÕES POR CORONAVÍRUS?

Por ser um tipo muito recente de mutação, ainda não há vacina que previna a infecção pela Covid-19.

Como a transmissão se dá pelo contato, pelas vias respiratórias, a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é tomar os mesmos cuidados que se tem para prevenir a propagação do vírus da gripe, por exemplo:

  • Lavar as mãos com água e sabão frequentemente, principalmente depois de ir ao banheiro; antes de comer; e depois de assoar o nariz, tossir ou espirrar;
  • Caso não haja disponibilidade de água e sabão, utilizar álcool (mínimo de 60%);
  • Evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca;
  • Usar um lenço de papel descartável ao tossir ou espirrar e descartá-lo imediatamente em uma lixeira;
  • Evitar lugares fechados e/ou com aglomeração de pessoas;
  • Desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência usando produto de limpeza doméstico e pano descartável;
  • Não compartilhar utensílios como copos, talheres e toalhas.

 

Ainda não existe um tratamento antiviral específico para tratar infecção pela Covid-19. As pessoas infectadas vêm recebendo cuidados e suporte que ajudam a aliviar os sintomas. Pacientes em estado grave são tratados de modo a preservar as funções vitais dos órgãos.

Qualquer pessoa que possa ter tido contato com alguém contaminado – principalmente em voos internacionais – deve buscar ajuda médica imediatamente caso apresente os sintomas listados anteriormente.